ApexBrasil busca valorizar café brasileiro no mercado internacional
Estratégia foca em promover a diversidade e a qualidade do café nacional para ampliar o valor agregado nas exportações globais.
Pontos principais
- A ApexBrasil destaca cafés especiais, indígenas, de liderança feminina e de comunidades quilombolas para diferenciar o produto.
- O setor de cafés especiais e gourmet registra um crescimento anual de aproximadamente 25% no volume exportado.
- Parcerias estratégicas, como a firmada com a rede chinesa Luckin Coffee, visam associar a origem brasileira à alta qualidade.
- Sustentabilidade, rastreabilidade e responsabilidade social são requisitos essenciais para acessar mercados rigorosos como o europeu.
A ApexBrasil está intensificando esforços para reposicionar o café brasileiro no cenário internacional, focando na diversidade e na qualidade superior do produto. Segundo Pedro Netto, gerente de agronegócio da agência, a estratégia consiste em destacar nichos específicos, como cafés produzidos por comunidades indígenas, quilombolas e lideranças femininas, para capturar maior valor agregado. Esse movimento acompanha o crescimento de 25% ao ano no volume de exportação de cafés especiais e gourmet. Além da promoção comercial, o setor enfrenta o desafio de atender a exigências crescentes por sustentabilidade e rastreabilidade, fundamentais para a manutenção de mercados como o europeu. Ações como a parceria com a rede chinesa Luckin Coffee exemplificam a busca por associar a marca Brasil a padrões de excelência, visando conquistar consumidores em mercados globais cada vez mais exigentes.
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