O mercado de lajes corporativas em São Paulo apresenta um cenário de aquecimento, impulsionado por uma demanda resiliente que deve absorver integralmente o volume de novos espaços previstos para 2026. A escassez de grandes lajes em áreas consolidadas tem forçado empresas a buscarem contratos de pré-locação, garantindo ocupação antes mesmo da conclusão das obras. O desenvolvimento imobiliário atual está concentrado em eixos estratégicos, como as regiões de Rebouças, Chucri Zaidan e Chácara Santo Antônio, onde a infraestrutura de serviços e o acesso ao transporte público tornaram-se diferenciais decisivos para a escolha dos inquilinos. Paralelamente, o setor imobiliário observa uma tendência de valorização de projetos de retrofit, que modernizam ativos existentes para atender aos novos padrões de ocupação, enquanto o mercado carioca segue uma estratégia distinta, priorizando a conversão de imóveis corporativos para fins residenciais.
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