Mercado de lajes corporativas em São Paulo cresce com pré-locações
Alta demanda por escritórios em São Paulo impulsiona pré-locações e valoriza projetos de retrofit em regiões estratégicas da capital.
Pontos principais
- A demanda por lajes corporativas em São Paulo segue robusta, com absorção prevista para as entregas de 2026.
- Novos empreendimentos concentram-se em polos como Rebouças, Chucri Zaidan e Chácara Santo Antônio.
- A escassez de grandes espaços disponíveis tem elevado o volume de contratos de pré-locação.
- A escolha de novos escritórios prioriza infraestrutura de transporte, serviços locais e o padrão construtivo dos edifícios.
- Projetos de retrofit ganham destaque no setor, enquanto o Rio de Janeiro foca na conversão de ativos para uso residencial.
O mercado de lajes corporativas em São Paulo apresenta um cenário de aquecimento, impulsionado por uma demanda resiliente que deve absorver integralmente o volume de novos espaços previstos para 2026. A escassez de grandes lajes em áreas consolidadas tem forçado empresas a buscarem contratos de pré-locação, garantindo ocupação antes mesmo da conclusão das obras. O desenvolvimento imobiliário atual está concentrado em eixos estratégicos, como as regiões de Rebouças, Chucri Zaidan e Chácara Santo Antônio, onde a infraestrutura de serviços e o acesso ao transporte público tornaram-se diferenciais decisivos para a escolha dos inquilinos. Paralelamente, o setor imobiliário observa uma tendência de valorização de projetos de retrofit, que modernizam ativos existentes para atender aos novos padrões de ocupação, enquanto o mercado carioca segue uma estratégia distinta, priorizando a conversão de imóveis corporativos para fins residenciais.
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