Taxa de vacância de escritórios em São Paulo atinge menor nível em seis anos
O mercado corporativo paulistano registra 16% de vacância, impulsionado pela busca por edifícios de alto padrão e pelo retorno ao trabalho presencial.
Pontos principais
- A taxa de vacância de escritórios em São Paulo caiu para 16%, o menor índice registrado desde 2020.
- Empresas priorizam edifícios de alto padrão, movimento conhecido como flight to quality, visando eficiência e retenção de talentos.
- Regiões nobres como Faria Lima e Itaim Bibi lideram a demanda, com valores de locação atingindo R$ 300 por metro quadrado.
- O mercado apresenta heterogeneidade, com taxas de vacância significativamente maiores em regiões como Santo Amaro e Marginal Pinheiros.
O mercado de escritórios corporativos em São Paulo apresentou uma recuperação expressiva, atingindo a menor taxa de vacância dos últimos seis anos, com o índice fixado em 16%. Esse cenário é sustentado pelo fortalecimento do trabalho presencial e pela crescente necessidade das empresas por espaços colaborativos. O setor tem sido impulsionado pelo movimento de flight to quality, onde companhias buscam edifícios de alto padrão para otimizar operações e atrair talentos. Enquanto eixos premium, como Faria Lima e Itaim Bibi, operam sob forte pressão de preços e alta ocupação, outras regiões, a exemplo de Santo Amaro e Marginal Pinheiros, ainda enfrentam taxas de vacância elevadas. A expectativa para o restante de 2026 é de estabilidade, com o mercado mantendo o foco em novos empreendimentos que ofereçam infraestrutura de ponta e sustentabilidade.
Comentários
Carregando comentários...
