O mercado corporativo paulistano registra 16% de vacância, impulsionado pela busca por edifícios de alto padrão e pelo retorno ao trabalho presencial.
O mercado de escritórios corporativos em São Paulo apresentou uma recuperação expressiva, atingindo a menor taxa de vacância dos últimos seis anos, com o índice fixado em 16%. Esse cenário é sustentado pelo fortalecimento do trabalho presencial e pela crescente necessidade das empresas por espaços colaborativos. O setor tem sido impulsionado pelo movimento de flight to quality, onde companhias buscam edifícios de alto padrão para otimizar operações e atrair talentos. Enquanto eixos premium, como Faria Lima e Itaim Bibi, operam sob forte pressão de preços e alta ocupação, outras regiões, a exemplo de Santo Amaro e Marginal Pinheiros, ainda enfrentam taxas de vacância elevadas. A expectativa para o restante de 2026 é de estabilidade, com o mercado mantendo o foco em novos empreendimentos que ofereçam infraestrutura de ponta e sustentabilidade.
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