O mercado de lajes corporativas em São Paulo apresenta recuperação consistente, com queda da vacância e maior previsibilidade, impulsionado pelo modelo híbrido e crescimento econômico.
O mercado de escritórios em São Paulo demonstra uma recuperação consistente, com a vacância em declínio e maior previsibilidade, conforme análise de André Nardi, gestor do FII TEPP11. O setor superou a instabilidade pós-pandemia, com a consolidação do modelo de trabalho híbrido e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) contribuindo para a estabilização da ocupação. A vacância no TEPP11, por exemplo, está próxima de 5%, considerada estrutural.
Essa recuperação não é homogênea, com regiões consolidadas como Paulista, Faria Lima, Itaim Bibi e Vila Olímpia esperando maior pressão de preços devido à baixa disponibilidade. Enquanto isso, áreas como Marginal Pinheiros e Chucri Zaidan devem ter bom desempenho, mas com crescimento mais equilibrado nos aluguéis. Bairros como Pinheiros também ganham relevância no mercado corporativo, impulsionados por melhorias de infraestrutura e mobilidade.
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