Ativistas que participavam de uma flotilha com destino a Gaza denunciaram abusos físicos e sexuais graves, incluindo relatos de estupro, cometidos por forças israelenses durante o período em que estiveram detidos. Pelo menos 15 pessoas afirmam ter sofrido violência sexual e agressões que exigiram hospitalização imediata após a libertação. As alegações ganharam escala internacional após governos da Alemanha, França e Espanha confirmarem que seus cidadãos retornaram com ferimentos, exigindo explicações formais de Tel Aviv. Em resposta, o Serviço Prisional de Israel negou categoricamente as denúncias, classificando-as como infundadas, enquanto agências de notícias internacionais informam que ainda não foi possível verificar os relatos de forma independente.
O caso escalou para a esfera judicial com promotores italianos iniciando investigações sobre possíveis crimes de tortura e sequestro contra seus nacionais. A tensão diplomática foi agravada pela circulação de um vídeo em que o ministro Itamar Ben-Gvir aparece zombando de detidos, provocando discussões sobre a aplicação de sanções pela União Europeia contra autoridades israelenses. A situação permanece sob monitoramento, enquanto a pressão por uma investigação transparente aumenta entre os países europeus envolvidos.
BBC World • 22 mai, 17:52
InfoMoney • 22 mai, 12:58
The Guardian World • 22 mai, 12:36
21 mai, 10:31
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