O procurador-geral do Texas acusa a Meta de propaganda enganosa ao alegar que o WhatsApp acessa mensagens protegidas por criptografia.

O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, iniciou um processo judicial contra a Meta, acusando o WhatsApp de realizar propaganda enganosa sobre seus protocolos de segurança. A ação sustenta que, embora a plataforma comercialize seus serviços como totalmente privados e protegidos por criptografia, a empresa mantém capacidade técnica para acessar o conteúdo das mensagens dos usuários. O processo argumenta que a companhia falha em entregar as promessas de privacidade divulgadas ao público, citando diretamente o fundador da Meta, Mark Zuckerberg, como responsável pelas práticas adotadas pela organização. A medida levanta questionamentos sobre a transparência das políticas de dados da empresa e pode ter implicações significativas para a operação do aplicativo nos Estados Unidos, caso a justiça reconheça a veracidade das alegações sobre a vulnerabilidade da criptografia oferecida aos consumidores.
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