O primeiro-ministro da Hungria, Peter Magyar, denunciou publicamente que os dados orçamentários do país foram manipulados pela administração anterior, liderada por Viktor Orban. Segundo Magyar, a falsificação das informações fiscais escondeu a real fragilidade das contas públicas, o que agora impõe desafios significativos para o planejamento econômico do país. A previsão oficial indica que o déficit orçamentário húngaro atingirá níveis elevados ao longo de 2026, gerando preocupações sobre a sustentabilidade fiscal a curto prazo. A atual gestão sustenta que a prioridade imediata é restaurar a transparência e a credibilidade das finanças nacionais perante investidores e instituições internacionais. A revelação marca uma ruptura significativa com o legado econômico de Orban e coloca o governo sob pressão para realizar ajustes estruturais necessários para conter o rombo nas contas públicas.
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