O novo primeiro-ministro da Hungria, Peter Magyar, iniciou seu mandato com um alerta severo sobre a situação das finanças públicas do país. Segundo o premiê, a administração anterior deixou uma série de problemas orçamentários ocultos, que ele classificou como 'esqueletos', comprometendo a clareza sobre o real estado das contas nacionais. Essa opacidade tem dificultado a elaboração de previsões econômicas sólidas para o restante do ano, gerando incertezas sobre a estabilidade fiscal do governo.
Apesar dos desafios, o governo húngaro trabalha com uma meta de crescimento econômico de cerca de 2%. A prioridade atual de Magyar é promover uma auditoria para garantir transparência total sobre o passivo herdado. A resolução dessas pendências financeiras é considerada fundamental para que o país consiga alinhar suas políticas econômicas e retomar a confiança dos investidores no cenário europeu.
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