Um relatório da Global Energy Monitor revelou uma contradição na política energética brasileira ao destacar que, embora o país tenha encerrado o licenciamento de novas termelétricas a carvão, houve a prorrogação de subsídios e contratos para as usinas em operação até 2040. A medida, amparada pela Lei nº 15.269 de 2025, garante a compra obrigatória dessa energia, o que especialistas estimam custar mais de R$ 100 bilhões aos consumidores brasileiros ao longo do período. Enquanto o Ministério de Minas e Energia defende a estratégia como essencial para a segurança do Sistema Interligado Nacional, a continuidade das operações enfrenta obstáculos crescentes, incluindo desafios ambientais e decisões judiciais, como a suspensão da licença da usina Candiota III. O cenário levanta preocupações sobre o impacto na saúde pública e o cumprimento das metas nacionais de descarbonização.
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