A Sherritt International anunciou planos para vender sua participação majoritária em operações de mineração em Cuba para a Gillon Capital, em uma manobra estratégica para mitigar riscos regulatórios. O acordo, que ainda é não vinculativo, ganha relevância por envolver uma empresa com conexões a um ex-assessor da administração do presidente Donald Trump. A decisão ocorre em um momento de endurecimento da política externa dos Estados Unidos, que tem intensificado sanções contra o regime cubano, afetando empresas com presença na ilha. Ao transferir o controle acionário, a mineradora canadense busca blindar suas atividades globais das restrições americanas. O movimento reflete a crescente complexidade do cenário geopolítico para corporações internacionais, forçando uma reestruturação societária para assegurar a viabilidade de seus negócios frente às pressões políticas vigentes.
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