A mineradora canadense Sherritt, com quase um século de história, atravessa uma crise existencial após o endurecimento das sanções dos Estados Unidos contra Cuba sob a gestão de Donald Trump. Com mais de 70% de seu valor contábil atrelado a operações na ilha, a empresa tornou-se um dano colateral da política externa americana, enfrentando alto endividamento e a dissolução de sua principal joint venture. Para evitar o colapso, a companhia negocia um acordo com a Gillon Capital, family office liderado por Ray Washburne, ex-executivo nomeado por Trump. A transação é vista como uma tentativa estratégica de estabelecer uma ponte com o Departamento de Estado dos EUA e proteger a refinaria da empresa em Alberta. O governo do Canadá monitora o caso, avaliando os impactos da possível aquisição por um investidor americano diante das novas diretrizes para o setor de minerais críticos.
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