A Sherritt International Corp. encerrou sua joint venture em Cuba, a Moa Nickel S.A., após 32 anos, devido à expansão das sanções dos EUA pelo presidente Donald Trump, impactando a economia cubana.

A mineradora canadense Sherritt International Corp. suspendeu suas atividades de joint venture em Cuba, encerrando uma parceria de 32 anos. A medida foi tomada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expandir as sanções contra o país caribenho. A retirada da Sherritt ocorre em resposta direta à ameaça de sanções americanas, que visam o regime comunista cubano, e representa um duro golpe para a economia da ilha.
O Departamento de Estado dos EUA sancionou a Moa Nickel S.A., a joint venture da Sherritt, o Grupo de Administración Empresarial (GAESA), um conglomerado militar cubano, e a executiva Ania Guillermina Lastres Moreira. As sanções fazem parte da campanha da administração Trump para combater ameaças à segurança nacional representadas pelo regime cubano, acusando a MNSA de explorar recursos naturais para o benefício do regime. A Sherritt informou que não há impacto imediato nas operações de refino em Fort Saskatchewan, Canadá, com estoque de níquel e cobalto até meados de junho.
A decisão da Sherritt destaca o impacto das políticas externas dos EUA sobre empresas estrangeiras que operam em Cuba. A expansão das sanções por parte da administração Trump tem levado companhias a reavaliar suas operações na ilha, buscando evitar penalidades impostas pelo governo americano. Além do impacto econômico em Cuba, a interrupção das operações da Sherritt pode influenciar os preços globais do cobalto.
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