Após atingirem patamares recordes em 2024, os preços globais do cacau sofreram uma queda expressiva de quase 70%, permitindo que fabricantes de doces reconsiderem suas estratégias de produção. Durante o pico da crise, a indústria foi forçada a reduzir o tamanho das embalagens e a investir em substitutos para manter a margem de lucro. Agora, empresas como a Hershey's planejam aumentar novamente o teor de cacau em seus produtos, retornando às receitas tradicionais. No Brasil, o movimento ocorre em um cenário de maior rigor regulatório, com a nova lei que exige um mínimo de 35% de cacau para a rotulagem de chocolate amargo. Embora a tendência seja de retomada, especialistas alertam que a normalização completa do setor deve levar cerca de 2,5 anos, com algumas alternativas ao chocolate permanecendo no mercado devido à aceitação de consumidores mais jovens.
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