O setor aéreo brasileiro enfrenta uma reestruturação forçada devido à escalada dos preços do petróleo, impulsionada pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio. Em maio, as companhias aéreas cancelaram aproximadamente 2.900 voos, uma média de 93 operações diárias, visando otimizar a malha aérea e priorizar rotas de maior rentabilidade. O aumento do custo do querosene de aviação, somado ao encerramento de incentivos tributários sobre o combustível, tem pressionado as margens operacionais das empresas. Embora especialistas descartem o risco de desabastecimento, a tendência é de repasse desses custos ao consumidor final, com projeções de alta nas tarifas de passagens nos próximos meses. A medida reflete a vulnerabilidade do mercado brasileiro às flutuações globais das commodities energéticas.
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