A escalada do conflito no Oriente Médio, agravada pela instabilidade no Estreito de Ormuz, tem gerado impactos diretos na economia brasileira e global. A volatilidade nos preços do petróleo pressiona os custos operacionais de diversos setores, com destaque para a aviação, que enfrenta o encarecimento e a escassez do querosene. Esse cenário força as companhias aéreas a repassarem os custos aos consumidores por meio de tarifas mais altas, enquanto o governo federal avalia uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para mitigar a crise no setor. Analistas apontam que a incerteza sobre a duração das hostilidades mantém a pressão inflacionária, forçando empresas a revisarem projeções financeiras. A situação expõe a fragilidade logística global e acelera debates sobre a necessidade de reservas estratégicas e a transição para combustíveis sustentáveis.
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