O mercado global de energia registrou nova alta, com o barril do Brent atingindo US$ 109,64 e o WTI fechando a US$ 101,02. A volatilidade é impulsionada pela persistente instabilidade no Estreito de Ormuz e pela escalada dos conflitos entre Israel e Hezbollah. Durante cúpula em Pequim, o presidente Donald Trump e Xi Jinping discutiram a crise com o Irã, embora tenham surgido divergências sobre a eficácia da pressão militar. Enquanto o Irã enfrenta dificuldades em negociações diplomáticas, países como os Emirados Árabes Unidos buscam rotas alternativas de exportação para mitigar riscos logísticos na região.
No Brasil, o cenário gera preocupações imediatas sobre a economia doméstica. A alta do petróleo pressiona a inflação e pode limitar o espaço para cortes na taxa Selic, enquanto dados da Abicom apontam uma defasagem relevante nos preços dos combustíveis. Paralelamente, a instabilidade geopolítica tem provocado a fuga de capital de mercados emergentes para ativos considerados mais seguros nos EUA. Apesar do cenário desafiador, a OPEP revisou para cima a projeção de produção de petróleo do Brasil para 2026 e 2027, sinalizando um papel crescente do país no suprimento global em meio à crise.
Times Brasil • 15 mai, 16:57
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