Execuções de dissidentes cresceram no Irã desde o início das operações militares lideradas por EUA e Israel em fevereiro de 2026.
A Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou a execução de pelo menos 32 prisioneiros políticos no Irã desde o final de fevereiro de 2026. O aumento significativo no número de sentenças de morte aplicadas pelo governo iraniano ocorre em um momento de instabilidade regional, coincidindo com o início de ataques militares conduzidos pelos Estados Unidos e Israel contra alvos no território iraniano. Segundo observadores, o cenário aponta para uma repressão severa contra qualquer forma de dissidência interna. A situação tem gerado preocupação internacional, com relatos de prisioneiros que descrevem a iminência de suas execuções como uma resposta direta à escalada do conflito externo. A intensificação da pena capital reflete a tentativa do governo em consolidar o controle interno enquanto enfrenta pressões militares externas, levantando alertas sobre violações de direitos humanos em meio ao estado de guerra.
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