Flávio Dino relata hostilidade e ameaça de funcionária de companhia aérea
O ministro do STF denunciou ter sido alvo de ofensas e ameaças de morte proferidas por uma funcionária de companhia aérea em um aeroporto de SP.
Pontos principais
- O episódio ocorreu na manhã de segunda-feira (18), em um aeroporto de São Paulo, durante o embarque do ministro.
- Segundo o relato, a funcionária afirmou que seria melhor matá-lo do que xingá-lo ao identificar o nome do magistrado no cartão.
- Dino atribuiu a hostilidade à sua atuação no STF e apelou por campanhas de educação cívica nas empresas antes das eleições.
- O presidente do STF, Edson Fachin, manifestou solidariedade ao colega e condenou ataques que visam deslegitimar as instituições democráticas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, denunciou ter sido alvo de hostilidade e ameaça de morte por parte de uma funcionária de uma companhia aérea em um aeroporto de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (18). De acordo com o magistrado, a agressão verbal ocorreu no momento em que a funcionária identificou seu nome no cartão de embarque, proferindo a frase de que seria melhor matá-lo do que xingá-lo. Dino associou o comportamento à sua atuação na Corte e reforçou a necessidade de que empresas que lidam com o público promovam campanhas de educação cívica, especialmente em um cenário de acirramento político que antecede as eleições de outubro.
O presidente do STF, Edson Fachin, manifestou solidariedade ao colega logo após a repercussão do caso. Em nota, Fachin condenou a violência e o ódio no debate público, destacando que, embora a divergência de ideias seja um pilar democrático, ela não deve servir de pretexto para manifestações que busquem deslegitimar as instituições do país. O episódio gerou reações no meio jurídico e político, levantando debates sobre a segurança de autoridades e o clima de polarização no atendimento ao público em espaços de grande circulação.
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