Flávio Dino relata ameaça de morte feita por funcionária em aeroporto
O ministro do STF Flávio Dino denunciou ter sido ameaçado por uma funcionária de companhia aérea, reacendendo o debate sobre a radicalização política.
Pontos principais
- Flávio Dino afirmou que uma funcionária sugeriu que seria melhor matá-lo do que apenas xingá-lo.
- O ministro vinculou o episódio ao clima de hostilidade crescente contra integrantes do Supremo Tribunal Federal.
- Dino defendeu a implementação de campanhas de educação cívica em empresas prestadoras de serviços.
- O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, classificou o incidente como grave e manifestou solidariedade ao colega.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, relatou ter sofrido uma ameaça de morte durante atendimento em um aeroporto. Segundo o magistrado, uma funcionária de uma companhia aérea teria sugerido que seria preferível matá-lo a apenas proferir ofensas verbais. O caso foi associado pelo ministro ao ambiente de radicalização política e hostilidade direcionada a autoridades públicas no Brasil. Em resposta, o presidente do STF, Luiz Edson Fachin, repudiou o ocorrido, classificando-o como um incidente grave que atenta contra a convivência republicana. Fachin ressaltou que, embora a crítica política seja um direito legítimo em uma democracia, a deslegitimação das instituições e as ameaças pessoais representam riscos significativos à segurança pública e ao Estado de Direito. Diante do episódio, Dino defendeu a necessidade de promover campanhas de educação cívica em empresas que prestam serviços ao público.
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