A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu consulta pública para avaliar a ampliação do uso do pembrolizumabe no SUS. Atualmente restrito ao tratamento de melanoma metastático, o medicamento pode ser estendido para pacientes com câncer de pulmão, esôfago, mama triplo negativo e colo do útero. Apesar da relevância clínica, a comissão emitiu um parecer inicial contrário à incorporação, apontando incertezas quanto à relação custo-benefício e ao impacto financeiro, que pode chegar a R$ 3 bilhões em cinco anos. Para viabilizar a oferta, a fabricante MSD estabeleceu uma parceria com o Instituto Butantan focada na produção nacional, visando a redução de custos. A participação popular, fundamental para a decisão final, pode ser realizada pelo site da Conitec até o início de junho.
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