A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter a suspensão de restrições ao uso da mifepristona, garantindo que o medicamento continue disponível via telemedicina e correio em todo o território nacional. A decisão frustrou uma tentativa do estado da Louisiana, que buscava limitar as diretrizes da FDA sob o argumento de que as normas federais interferiam nas leis estaduais que proíbem o aborto. Com o desfecho, o acesso ao fármaco permanece assegurado enquanto o processo judicial segue em curso, oferecendo segurança jurídica para farmácias e médicos.
A relevância da medida reside no fato de que mais de 60% dos abortos realizados atualmente no país dependem do modelo de prescrição remota. Além da questão do acesso, a indústria farmacêutica alertou que uma restrição poderia comprometer a autoridade da FDA, estabelecendo um precedente perigoso para o sistema de aprovação de medicamentos em âmbito nacional.
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