Durante um inquérito oficial sobre os ataques ocorridos em Nottingham em junho de 2023, Celeste Calocane, mãe do autor dos crimes, Valdo Calocane, classificou o sistema de saúde mental britânico como "quebrado". Valdo, que sofre de esquizofrenia paranoide, foi responsável pela morte de três pessoas e por ferir outras três, um evento que chocou o Reino Unido e levantou questionamentos severos sobre a gestão de pacientes psiquiátricos. Em seu depoimento, a mãe argumentou que as autoridades falham em oferecer suporte preventivo, agindo apenas após a eclosão de crises violentas. O caso, que resultou na internação hospitalar de Valdo em janeiro de 2024, tornou-se um marco no debate público britânico sobre a necessidade de reformas urgentes nas políticas de saúde mental e na responsabilidade estatal em evitar tragédias evitáveis.
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