Durante a Copa do Mundo de 2026, ex-jogadores que conquistaram títulos mundiais pela Seleção Brasileira tornaram-se as figuras centrais das campanhas publicitárias. O fenômeno é impulsionado pela exploração da memória afetiva dos torcedores, que veem nesses atletas ícones de uma era vitoriosa. Ronaldo Nazário lidera o mercado, mantendo um forte apelo comercial que se estende até seus familiares, enquanto nomes como Cafu, Ronaldinho Gaúcho e Denílson permanecem em evidência devido à identificação popular e ao carisma constante. A estratégia das marcas busca converter o prestígio histórico desses jogadores em engajamento direto com o público durante o torneio. Esse movimento reafirma a Copa como um catalisador essencial para o setor publicitário, que utiliza a nostalgia como ferramenta estratégica para fortalecer a conexão entre grandes empresas e o consumidor brasileiro.
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