O governo de Javier Milei atravessa seu período de maior instabilidade política e social desde que assumiu a presidência da Argentina. Embora a gestão tenha alcançado o superávit fiscal como uma de suas principais bandeiras, os indicadores macroeconômicos continuam desafiadores, com uma inflação anual de 32,6% registrada em abril e taxas de desemprego que pressionam a classe trabalhadora. Esse cenário de dificuldades financeiras, somado a recentes escândalos políticos, tem erodido a base de apoio do presidente no Congresso e diminuído a confiança da população na eficácia de seu programa econômico. A perda de tração das reformas propostas reflete um momento de desilusão popular, colocando em xeque a capacidade do governo de manter o ritmo de suas mudanças estruturais diante de uma crise que se prolonga sem sinais claros de alívio imediato para a economia argentina.
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