O setor de infraestrutura brasileiro enfrenta um cenário de estagnação em projetos estratégicos devido a impasses no licenciamento ambiental e disputas sobre a Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI) a comunidades indígenas. Atualmente, 17 grandes obras estão paralisadas não por escassez de capital, mas por conflitos socioambientais e mudanças sistêmicas na política energética. A complexidade normativa tem gerado um custo econômico estimado em centenas de bilhões de reais, afetando a competitividade do país e o desenvolvimento de setores essenciais. Especialistas apontam que a morosidade nos processos de licenciamento acaba por prejudicar a própria sociedade, incluindo as populações que as normas buscam proteger, ao impedir a entrega de benefícios esperados com a conclusão dessas obras. A resolução desses entraves é apontada como um desafio central para destravar investimentos e retomar o ritmo de crescimento nacional.
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