A indústria brasileira de fundos de investimento encerrou o mês de abril com resgates líquidos de R$ 18,1 bilhões, pressionada principalmente pela aversão ao risco no segmento de crédito privado. O movimento foi intensificado por preocupações dos investidores após pedidos de recuperação extrajudicial de grandes companhias, levando a uma migração de recursos de fundos com maior duration para opções mais conservadoras e de curto prazo. A renda fixa foi a classe mais afetada, registrando saídas de R$ 19,3 bilhões.
Apesar da pressão vendedora, o patrimônio líquido total da indústria alcançou a marca histórica de R$ 11,05 trilhões. Enquanto o mercado de crédito privado enfrenta desafios com a lentidão no mercado primário de debêntures, segmentos como FIDCs e ETFs se destacaram positivamente. Analistas projetam que a volatilidade no setor deve persistir nos próximos meses devido a resgates defasados.
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