Especialistas e ativistas de direitos humanos alertam que o sistema de segurança pública do Brasil preserva estruturas autoritárias herdadas do período da ditadura militar. Segundo os críticos, a manutenção de decretos-lei antigos e a persistência da lógica do 'inimigo interno' perpetuam um ciclo de violência institucionalizada, que se reflete em altos índices de letalidade policial, atingindo majoritariamente a população negra e periférica. A ausência de mecanismos de controle democrático eficazes é apontada como um fator central para a continuidade dessas práticas.
Em contrapartida, órgãos oficiais, como a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, defendem a legitimidade de suas ações. A pasta sustenta que todas as operações que resultam em mortes passam por rigorosos processos de investigação interna e externa. Além disso, o governo afirma que tem investido em novas tecnologias e programas de capacitação técnica para reduzir a letalidade nas intervenções policiais.
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