Os Estados Unidos, através da Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA) e do Departamento de Energia, finalizaram a remoção de 13,5 kg de urânio altamente enriquecido de um reator de pesquisa em Caracas, na Venezuela. A operação, que contou com a colaboração de autoridades venezuelanas, especialistas do Reino Unido e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), foi concluída em poucos meses, um prazo significativamente menor do que o usual para esse tipo de procedimento.
O reator RV-1, que operou até 1991, continha urânio enriquecido acima do limite de 20%, considerado material excedente. A AIEA define 20% como o máximo de enriquecimento para fins pacíficos, sendo qualquer valor acima desse patamar ilegal sob o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. A NNSA elogiou a operação como um sinal de uma Venezuela restaurada e renovada, destacando a liderança do presidente Trump, a quem o Departamento de Energia atribuiu a "liderança decisiva" na ação.
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