Organizações de direitos humanos lançam sumário executivo sobre as chacinas da Favela Nova Brasília, 31 anos após os massacres, criticando a demora na reparação e a violência policial estrutural.

Organizações de direitos humanos, como o Iser e o Cejil, lançaram um sumário executivo sobre as chacinas da Favela Nova Brasília, no Rio de Janeiro. O documento, divulgado 31 anos após o primeiro massacre, critica a demora na reparação e a violência policial estrutural que afeta comunidades periféricas. As chacinas, ocorridas em outubro de 1994 e maio de 1995, resultaram em 13 mortes em cada evento, atribuídas à Polícia Civil do Rio.
O relatório destaca a luta de mais de três décadas das famílias por justiça e reparação, que ainda enfrentam negligência. Ele também aponta o descumprimento da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Estado brasileiro em 2017 por reconhecer a violência policial como estrutural. Em resposta, a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro apresentou dados que indicam queda nos crimes contra a vida e na letalidade violenta, incluindo mortes por intervenção policial.
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