Uma pesquisa inédita realizada por organizações da sociedade civil revelou que a grande maioria dos moradores de favelas no Rio de Janeiro desaprova o atual modelo de operações policiais baseado em confrontos armados. O levantamento, que ouviu mais de 4 mil pessoas, destaca que a rotina dos residentes é severamente impactada por tiroteios, invasões de domicílios e restrições de mobilidade. Além da violência direta, o estudo aponta uma percepção de racismo institucional no planejamento dessas ações e revela que a polícia é vista como a principal fonte de medo nessas regiões, superando a presença de grupos criminosos. Especialistas e lideranças comunitárias, como Eliana Sousa Silva, da Redes da Maré, defendem que os dados reforçam a urgência de buscar alternativas ao confronto bélico e priorizar políticas públicas que garantam a segurança e os direitos dos moradores.
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