O dólar alcançou R$ 4,91, marcando o menor valor desde janeiro de 2024 e acumulando uma desvalorização de 10,51% em 2026. Essa queda é influenciada por uma combinação de fatores globais e domésticos, como a desvalorização do dólar frente a outras moedas e o superávit comercial brasileiro. O diferencial de juros, com a taxa brasileira a 14,50% ao ano, continua a atrair capital estrangeiro para a renda fixa, contribuindo para a pressão de baixa na cotação da moeda americana.
Especialistas preveem que o câmbio pode chegar a R$ 4,70 no curto prazo. No entanto, a sustentabilidade da valorização do real está atrelada à condução da política fiscal e ao cenário internacional, incluindo eventos geopolíticos e a inflação nos Estados Unidos, que podem fortalecer o dólar globalmente. Problemas internos, como a questão fiscal e o crescimento da dívida/PIB, também continuam a influenciar a moeda brasileira.
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