O Goldman Sachs revisou suas projeções para o dólar, indicando que a moeda americana pode atingir R$ 4,90 em três meses, e R$ 5,00 em seis e 12 meses. A revisão ocorre em um cenário onde o real brasileiro se destaca como a moeda de melhor desempenho no acumulado de 2026, demonstrando resiliência mesmo em períodos de aversão a risco no mercado global.
O desempenho superior do real é atribuído a fatores como a valorização dos termos de troca, a recuperação de ativos de risco e o elevado carry trade. A manutenção de preços de energia em patamares elevados e a trajetória cautelosa do Banco Central em relação à taxa de juros são apontados como elementos que podem continuar a sustentar a moeda brasileira. No entanto, o principal risco de curto prazo para o real reside em uma possível reversão do apetite por risco no mercado.
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