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BC do Brasil reduz compra de ouro em 2026 após ser 4º maior em 2025

O Banco Central do Brasil diminuiu significativamente suas aquisições de ouro em 2026, após ter sido o quarto maior comprador global em 2025, enquanto a participação do metal nas reservas brasileiras aumentou nos últimos anos.

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Foto: InfoMoney
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06/05 às 06:06

Pontos principais

  • O Banco Central do Brasil foi o 4º maior comprador de ouro em 2025, adquirindo 43 toneladas do metal.
  • Em 2026, o BC do Brasil não figurou entre os principais compradores de ouro nos relatórios mensais do Conselho Mundial do Ouro (WGC).
  • Bancos centrais globalmente compraram 244 toneladas de ouro no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 3% ano a ano.
  • A participação do ouro nas reservas brasileiras aumentou de 1,19% para 7,19% do total entre 2020 e 2025.
  • O BC do Brasil justificou o aumento das posições em ouro, euro e renminbi em 2025 para reforçar segurança e liquidez.

O Banco Central do Brasil reduziu drasticamente suas compras de ouro em 2026, não aparecendo entre os principais compradores globais, após ter sido o quarto maior em 2025, com a aquisição de 43 toneladas. Essa mudança ocorre em um cenário onde bancos centrais ao redor do mundo continuam a aumentar suas reservas de ouro, com 244 toneladas compradas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 3% em relação ao ano anterior, impulsionado por incertezas geoeconômicas e estratégias de desdolarização.

Entre 2020 e 2025, a participação do ouro nas reservas brasileiras cresceu de 1,19% para 7,19% do total, enquanto a posição em dólar recuou. O BC do Brasil justificou o incremento nas posições em ouro, euro e renminbi em 2025 como uma medida para reforçar a segurança e liquidez diante de incertezas econômicas e geopolíticas.

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