O Banco Central do Brasil diminuiu significativamente suas aquisições de ouro em 2026, após ter sido o quarto maior comprador global em 2025, enquanto a participação do metal nas reservas brasileiras aumentou nos últimos anos.

O Banco Central do Brasil reduziu drasticamente suas compras de ouro em 2026, não aparecendo entre os principais compradores globais, após ter sido o quarto maior em 2025, com a aquisição de 43 toneladas. Essa mudança ocorre em um cenário onde bancos centrais ao redor do mundo continuam a aumentar suas reservas de ouro, com 244 toneladas compradas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 3% em relação ao ano anterior, impulsionado por incertezas geoeconômicas e estratégias de desdolarização.
Entre 2020 e 2025, a participação do ouro nas reservas brasileiras cresceu de 1,19% para 7,19% do total, enquanto a posição em dólar recuou. O BC do Brasil justificou o incremento nas posições em ouro, euro e renminbi em 2025 como uma medida para reforçar a segurança e liquidez diante de incertezas econômicas e geopolíticas.
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