O Banco Central do Brasil diminuiu a participação do dólar nas reservas internacionais em 2025, diversificando a carteira com mais ouro e moedas asiáticas, como o won e o renminbi.
O Banco Central do Brasil implementou uma estratégia de diversificação nas reservas internacionais em 2025, reduzindo a dependência do dólar americano. A participação da moeda norte-americana diminuiu de 80,42% em 2022 para 72% em 2025. Essa mudança visa reforçar a segurança e liquidez das reservas em um cenário de incertezas econômicas e geopolíticas globais.
Como parte dessa diversificação, o BC aumentou suas posições em ouro, euro e renminbi, além de incluir instrumentos denominados em won sul-coreano. Em dezembro de 2025, o ouro se tornou o segundo maior componente das reservas, com 7,19%, seguido pelo euro (6,60%) e renminbi (5,94%). Entre setembro e novembro de 2025, o Banco Central adquiriu 42,8 toneladas de ouro, elevando o volume total para 172,4 toneladas. A alocação das reservas busca cobrir integralmente a dívida externa soberana e realizar hedge da dívida externa bruta do país.
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