América Latina reduz jornada de trabalho; Brasil debate proposta
Colômbia, Chile e México implementaram a redução da jornada de trabalho nos últimos anos, enquanto o Brasil discute proposta semelhante em meio a debates sobre impactos econômicos.
Pontos principais
- Colômbia reduziu a jornada de 48 para 42 horas semanais, em processo gradual iniciado em 2021.
- México promulgou a redução de 48 para 40 horas semanais em 2025, com aplicação gradual a partir de 2027.
- Chile sancionou em 2023 a redução gradual da jornada de 45 para 40 horas semanais.
- As reformas na Colômbia e no Chile foram impulsionadas por anseios populares e revoltas sociais.
- A proposta de redução da jornada no Brasil enfrenta oposição de setores empresariais.
Países da América Latina têm avançado na redução da jornada de trabalho, com Colômbia, Chile e México implementando medidas para diminuir as horas semanais. Na Colômbia, a jornada foi reduzida de 48 para 42 horas, em um processo gradual iniciado em 2021. O México, por sua vez, promulgou em 2025 a redução de 48 para 40 horas semanais, com aplicação gradual a partir de 2027. No Chile, o governo sancionou em 2023 a redução gradual de 45 para 40 horas semanais, influenciada por protestos sociais de 2019.
Essas reformas, em alguns casos impulsionadas por anseios populares e revoltas sociais, alinham-se à recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de jornadas de 40 horas semanais. No Brasil, a proposta de reduzir a jornada de 44 para 40 ou 36 horas semanais está em debate, enfrentando oposição de setores empresariais que levantam preocupações sobre os impactos econômicos.
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