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Defesa de Augusto Lima nega gestão no Banco Master antes de liquidação

A defesa de Augusto Lima contesta a decisão do Banco Central de indisponibilidade de bens, negando que ele tenha gerido o Banco Master nos 12 meses anteriores à sua liquidação.

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Foto: InfoMoney
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05/05 às 16:11

Pontos principais

  • A defesa de Augusto Lima, ex-administrador do Banco Master, nega que ele tenha atuado na gestão nos 12 meses anteriores à liquidação da instituição.
  • Lima deixou de ser acionista do banco em maio de 2024, fato que foi registrado e atestado pelo Banco Central.
  • O Banco Central decretou a indisponibilidade dos bens de Augusto Lima e Luiz Rennó Netto, alegando que ambos atuaram como administradores de fato.
  • A defesa considera a medida do BC contraditória, pois a autarquia autorizou Lima a assumir o controle de outra instituição financeira no mesmo período.

A defesa de Augusto Lima, ex-administrador do Banco Master, negou que ele tenha exercido função de gestão na instituição nos 12 meses que antecederam sua liquidação. A contestação surge após o Banco Central decretar a indisponibilidade dos bens de Lima e de Luiz Rennó Netto, sob a alegação de que ambos atuaram como administradores de fato do banco.

Segundo os advogados de Lima, ele deixou de ser acionista do Banco Master em maio de 2024, um fato que foi devidamente registrado e atestado pelo próprio Banco Central. A defesa argumenta que a medida do BC é contraditória, uma vez que a autarquia havia autorizado Augusto Lima a assumir o controle de outra instituição financeira no mesmo período em que supostamente teria atuado como administrador de fato no Banco Master.

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