Boulos critica Zema por defesa de trabalho infantil
Guilherme Boulos (Psol-SP) criticou Romeu Zema (Novo-MG) por defender o trabalho infantil, classificando a postura como "covardia" e "psicopatia".
Pontos principais
- Guilherme Boulos criticou Romeu Zema por defender o trabalho infantil, chamando a postura de "covardia" e "psicopatia".
- Zema, pré-candidato à presidência em 2026, indicou que pode propor mudanças na legislação para ampliar as hipóteses de trabalho para jovens no Brasil.
- A idade mínima atual para trabalho é 16 anos, caindo para 14 anos para jovens aprendizes.
- Zema relembrou sua experiência de infância trabalhando com o pai e defendeu que o trabalho digno forma caráter e disciplina.
- A assessoria de Zema afirmou que ele busca dar "oportunidades de trabalho" para adolescentes, com proteção e sem atrapalhar os estudos.
O deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP) criticou duramente o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), após declarações de Zema defendendo a flexibilização da legislação para o trabalho de jovens no Brasil. Boulos classificou a postura de Zema como "covardia" e "psicopatia", em referência à sugestão de que jovens pudessem trabalhar mais cedo. Atualmente, a idade mínima para trabalho é de 16 anos, ou 14 anos na condição de jovem aprendiz.
Zema, que é pré-candidato à presidência em 2026, defendeu que o trabalho digno forma caráter e disciplina, citando sua própria experiência de infância trabalhando com o pai. Ele argumenta que a medida poderia prevenir o ingresso de jovens no crime organizado. A assessoria do governador esclareceu que a intenção é oferecer "oportunidades de trabalho" para adolescentes, garantindo proteção e sem prejudicar os estudos.
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