O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve concluir seu terceiro mandato sem cumprir integralmente as promessas trabalhistas feitas durante a campanha, incluindo a criação de uma nova legislação e a regulamentação do trabalho por aplicativos. Apesar de avanços como o aumento real do salário mínimo, a elevação da faixa de isenção do Imposto de Renda e a aprovação da lei de equiparação salarial entre homens e mulheres, as dificuldades em pautas mais complexas persistem.
A ausência de Lula em atos de 1º de Maio, após um evento esvaziado em 2024, sinaliza os desafios na relação com o setor trabalhista. Líderes sindicais e políticos atribuem as dificuldades à correlação de forças no Congresso, que se mostra refratário a novas garantias trabalhistas. Embora as centrais sindicais planejem apoiar a reeleição de Lula, destacando a baixa taxa de desemprego, o governo ainda busca aprovar o fim da escala 6x1 até a eleição, seja por projeto de lei ou Proposta de Emenda à Constituição (PEC), como um legado para os trabalhadores.
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