Lula deve encerrar mandato sem viabilizar parte das promessas voltadas a trabalhador
O presidente Lula deve encerrar seu terceiro mandato sem cumprir integralmente as promessas trabalhistas de campanha, como a nova legislação e a regulamentação do trabalho por aplicativos, apesar de avanços como o aumento do salário mínimo e a equiparação salarial.
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01/05 às 09:15
Pontos principais
- Lula não conseguiu viabilizar parte das promessas trabalhistas de campanha, incluindo uma nova legislação e a regulamentação do trabalho por aplicativos.
- O governo promoveu avanços como o aumento real do salário mínimo, a elevação da faixa de isenção do IR e a lei de equiparação salarial entre homens e mulheres.
- A ausência de Lula em atos de 1º de Maio, após um evento esvaziado em 2024, reflete as dificuldades com o setor trabalhista.
- As centrais sindicais, apesar das promessas não cumpridas, planejam apoiar a reeleição de Lula, destacando a baixa taxa de desemprego.
- Líderes sindicais e políticos atribuem as dificuldades à correlação de forças no Congresso, que é refratário aos direitos trabalhistas.
- O governo tenta aprovar o fim da escala 6x1 até a eleição, seja por projeto de lei ou PEC, como um legado para os trabalhadores.
- A regulamentação do trabalho por aplicativos enfrentou resistência no Congresso e entre os trabalhadores, impedindo seu avanço.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Geraldo Alckmin (vice-presidente)João Carlos Gonçalves (secretário-geral da Força Sindical)Pedro Uczai (líder do PT na Câmara)Augusto Coutinho (deputado)Ronaldo Caiado (candidato a presidente)Ricardo Patah (presidente da UGT)
Organizações
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Lugares
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