Brasil e 12 países condenam ataque de Israel à Flotilha Global Sumud
Brasil, Espanha e outras 11 nações condenaram o ataque israelense à Flotilha Global Sumud em águas internacionais, exigindo a libertação de ativistas detidos, incluindo brasileiros e espanhóis.
Pontos principais
- Ministros das Relações Exteriores de 13 países, incluindo Brasil, Espanha e Turquia, emitiram notas conjuntas condenando o ataque.
- O comunicado condena o ataque israelense à Flotilha Global Sumud, ocorrido na quarta-feira (29), perto da Ilha de Creta, em águas internacionais.
- Os países signatários consideram a ação militar de Israel uma violação flagrante do direito internacional e humanitário.
- A nota conjunta pede a libertação imediata dos ativistas detidos, incluindo quatro brasileiros e um espanhol.
- O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, classificou o ato como "hostil" e um "crime internacional".
O Brasil, a Espanha e outras 11 nações emitiram notas conjuntas condenando veementemente o ataque israelense à Flotilha Global Sumud, ocorrido na quarta-feira (29). A flotilha, que navegava em águas internacionais perto da Ilha de Creta em direção à Faixa de Gaza, foi interceptada por militares israelenses. Os ministros das Relações Exteriores dos países signatários classificaram a ação como uma violação flagrante do direito internacional e humanitário. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, classificou o ato como "hostil" e um "crime internacional".
Os comunicados exigem a libertação imediata dos ativistas que foram detidos durante o incidente, entre eles quatro integrantes da delegação brasileira e um cidadão espanhol. Os governos também cobram acesso consular imediato para garantir assistência e proteção aos seus cidadãos e pedem a responsabilização pelas violações. A detenção é considerada uma afronta ao Direito Internacional e passível de ação em cortes internacionais.
A Flotilha Global Sumud gerou condenação internacional, e uma nova flotilha com destino a Gaza está prevista para sair de Marselha na próxima semana, mantendo a pressão sobre a situação.
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