Equador e Colômbia estão em meio a uma escalada de tensões diplomáticas e comerciais, com os presidentes Daniel Noboa e Gustavo Petro trocando acusações sobre a situação na fronteira. Noboa, do Equador, alegou que o governo colombiano estaria incentivando a entrada de guerrilheiros em território equatoriano, citando informações de inteligência, mas sem apresentar provas. Em resposta, Petro negou as acusações, convidou Noboa para um encontro na fronteira para discutir a paz e, por sua vez, acusou o Equador de interferir na política interna da Colômbia, sugerindo que explosivos de um atentado recente teriam origem equatoriana.
A crise, que se arrasta desde fevereiro, é agravada pela atuação de grupos ligados ao tráfico de drogas, pessoas e mineração ilegal na fronteira de 600 quilômetros. Noboa já havia criticado a falta de cooperação colombiana no combate ao narcotráfico. Como reflexo da deterioração das relações, ambos os países elevaram impostos sobre produtos um do outro e convocaram seus embaixadores para consultas, indicando um aprofundamento do impasse.
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