Colômbia e Equador convocaram seus embaixadores em meio a uma crise diplomática, que inclui tarifas e acusações mútuas, embora a Colômbia tenha recuado em tarifas de 100%.
A Colômbia e o Equador escalaram suas tensões diplomáticas ao convocarem seus respectivos embaixadores. A Colômbia chamou sua embaixadora em Quito, María Antonia Velasco, de volta ao país, inicialmente em resposta à imposição de tarifas de 100% pelo governo equatoriano sobre produtos importados colombianos. Em retaliação, o Equador convocou seu embaixador na Colômbia após o presidente colombiano, Gustavo Petro, se referir ao ex-vice-presidente equatoriano como "preso político".
No entanto, o presidente Gustavo Petro recuou da decisão de aplicar tarifas de 100% sobre importações do Equador, anunciando que a Colômbia implementará subsídios e tarifas "inteligentes" em vez da taxação total. As tensões entre os dois países têm se intensificado desde fevereiro, com divergências sobre tarifas, acusações de um possível bombardeio em território colombiano por parte do Equador e o combate ao narcotráfico na fronteira, onde atuam grupos criminosos. O Equador iniciou uma ofensiva militar contra esses grupos, com apoio dos Estados Unidos. As ações de ambos os lados refletem um aprofundamento das divergências entre as nações, cujos governos se encontram em lados opostos do espectro ideológico, com potenciais consequências para o comércio e a diplomacia regional.
G1 Mundo • 14 abr, 00:45
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