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Colômbia impõe tarifas de 100% ao Equador em retaliação comercial

A Colômbia impôs tarifas de 100% sobre importações do Equador, escalando uma crise comercial e diplomática iniciada por acusações equatorianas sobre o combate ao narcotráfico.

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Foto: InfoMoney
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10/04 às 19:03

Pontos principais

  • Colômbia anunciou tarifas de 100% sobre importações do Equador em retaliação a medidas anteriores.
  • A chefe da pasta de Comércio da Colômbia, Diana Morales, afirmou que todas as tentativas de solução diplomática foram esgotadas.
  • O presidente equatoriano, Daniel Noboa, havia aplicado tarifas em janeiro, acusando a Colômbia de falha na segurança de fronteira e combate ao tráfico de cocaína.
  • O presidente colombiano, Gustavo Petro, reafirmou o compromisso com o combate ao narcotráfico e chamou o embaixador em Quito.
  • Líderes empresariais de ambos os países alertam para o impacto econômico das tarifas, que afetam um comércio bilateral de mais de US$ 250 milhões mensais.

A Colômbia impôs tarifas de 100% sobre importações do Equador, em uma medida retaliatória que aprofunda a crise diplomática e comercial entre os dois países. A decisão colombiana ocorre após o Equador ter aplicado tarifas semelhantes em janeiro, sob a alegação de que a Colômbia não estava cooperando adequadamente no combate ao narcotráfico e na segurança de fronteira. A chefe da pasta de Comércio da Colômbia, Diana Morales, declarou que todas as tentativas de resolução diplomática foram esgotadas.

O presidente equatoriano, Daniel Noboa, havia justificado as tarifas anteriores acusando a Colômbia de falhas no combate ao tráfico de cocaína. Em resposta, o presidente colombiano, Gustavo Petro, reafirmou o compromisso de seu país com o combate ao narcotráfico e convocou seu embaixador em Quito. A Colômbia também apresentou uma queixa formal à Comunidade Andina, alegando violação de acordos comerciais. Líderes empresariais de ambos os países expressaram preocupação com o impacto econômico das tarifas, que afetam um comércio bilateral que movimenta mais de US$ 250 milhões mensalmente.

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