O Advogado-Geral da União, indicado por Lula ao STF, participou de sabatina no Senado, onde se declarou "servo de Deus", defendeu o Estado laico e se posicionou contra o aborto, exceto nos casos já previstos em lei.

O Advogado-Geral da União, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), participou de uma sabatina no Senado Federal. Durante a sessão, ele se descreveu como "servo de Deus", ao mesmo tempo em que defendeu o princípio do Estado laico. O indicado também expressou sua posição contrária ao aborto, ressalvando apenas as condições já previstas na legislação brasileira.
Além dos temas religiosos e de direitos reprodutivos, o Advogado-Geral da União abordou as prisões decorrentes dos eventos de 8 de Janeiro. A sabatina é um passo fundamental no processo de aprovação de sua indicação, que requer o aval dos senadores para que ele possa assumir a cadeira no STF.
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