Fila do INSS reduz 16% em dois meses e governo lança Acelera INSS
A fila de espera por benefícios do INSS diminuiu 16% entre fevereiro e abril de 2026, após a análise de 500 mil processos, e o governo lança o programa Acelera INSS para otimizar o atendimento.
Pontos principais
- A fila de espera por benefícios do INSS caiu 16% entre fevereiro e abril de 2026.
- Cerca de 500 mil processos foram analisados no período, contribuindo para a redução.
- O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, anunciou o lançamento do programa Acelera INSS.
- O Acelera INSS visa reduzir o estoque de benefícios parados há mais de 45 dias para menos de 400 mil em 90 dias.
- O programa inclui mutirões, reforço de pessoal e melhorias tecnológicas.
- Quatro mutirões nacionais serão realizados até junho, focados em perícia médica e análise de benefícios complexos.
- Haverá nomeação de 300 assistentes sociais, pedido de mais 300 servidores e um novo concurso para 2 mil vagas.
- 4,5 milhões de aposentados e pensionistas já foram ressarcidos por descontos associativos não autorizados.
- Beneficiários podem contestar descontos indevidos até 20 de junho pelo Meu INSS, Central 135 ou agências dos Correios.
A fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou uma queda de 16% entre fevereiro e abril de 2026, com a análise de 500 mil processos. A informação foi divulgada pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, que também anunciou o lançamento do programa Acelera INSS, uma iniciativa do governo para otimizar o atendimento e reduzir o tempo de espera.
O programa Acelera INSS tem como meta diminuir o estoque de benefícios parados há mais de 45 dias para menos de 400 mil em um prazo de 90 dias. Para alcançar esse objetivo, serão realizados quatro mutirões nacionais até junho, com foco em perícias médicas e análise de benefícios mais complexos. Além disso, a estratégia inclui a nomeação de 300 assistentes sociais, a solicitação de mais 300 servidores e a abertura de um novo concurso para 2 mil vagas. O ministro também informou que 4,5 milhões de aposentados e pensionistas já foram ressarcidos por descontos associativos não autorizados, e os beneficiários têm até 20 de junho para contestar descontos indevidos.
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