O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, manifestou-se sobre a necessidade de uma reforma no Judiciário, ressaltando que tal processo não pode ser impulsionado por ressentimentos políticos ou pressões conjunturais. Segundo Mello, a reforma não deve ser uma "obra de gabinete" ou resultado de reações episódicas a decisões judiciais, mas sim fruto de um debate amplo e democrático que envolva a sociedade.
Celso de Mello enfatizou que qualquer redesenho das instituições de Justiça deve evitar ser um instrumento de pressão sobre juízes e tribunais. Ele defende que a discussão sobre o tema seja conduzida de forma a garantir a independência e a imparcialidade do Poder Judiciário, assegurando que as mudanças propostas visem ao aprimoramento do sistema judicial como um todo, e não a interesses específicos ou momentâneos.
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