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Reforma do Judiciário não pode ser obra de gabinete ou produto de ressentimento político, diz Celso de Mello

O ministro aposentado do STF, Celso de Mello, afirma que a reforma do Judiciário não deve ser motivada por ressentimento político ou pressões conjunturais, mas sim por um debate amplo e democrático.

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28/04 às 22:14

Pontos principais

  • Celso de Mello, ministro aposentado do STF, aborda a reforma do Judiciário.
  • Ele defende que a reforma não pode ser uma "obra de gabinete" ou "produto de ressentimento político".
  • Mello alerta contra reações episódicas a decisões judiciais como base para mudanças.
  • O ex-presidente do STF enfatiza que a reforma não deve ser um instrumento de pressão sobre juízes e tribunais.
  • A discussão sobre o redesenho das instituições de Justiça deve ser ampla e democrática.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Celso de Mello (ministro aposentado e ex-presidente do STF)

Organizações

STF (Supremo Tribunal Federal)