A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) publicou um relatório intitulado "Água como Arma", no qual acusa Israel de utilizar a privação de água, saneamento e higiene como tática de guerra na Faixa de Gaza. O documento detalha como o acesso a esses serviços básicos teria sido instrumentalizado durante o conflito, afetando diretamente a população civil.
Segundo o MSF, as ações de Israel resultaram na privação desses recursos essenciais, o que configura, para a organização, o uso de uma arma de guerra. A denúncia levanta preocupações significativas sobre as implicações humanitárias e o cumprimento do direito internacional em zonas de conflito.
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