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Mulher do Tennessee processa estado por proibição do aborto

Rachel Fulton, do Tennessee, entrou com um processo contra a proibição do aborto no estado após precisar viajar para realizar um procedimento de emergência que salvou sua vida.

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Foto: The Guardian World
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27/04 às 15:05

Pontos principais

  • Rachel Fulton precisou de um aborto para salvar sua vida, mas teve que deixar o Tennessee devido à proibição estadual.
  • Ela se juntou a um processo em 2023 contra o estado, alegando violação do direito à vida.
  • Outros cinco pacientes, a American Medical Association e dois médicos também fazem parte da ação judicial.
  • Médicos afirmam que a proibição os impede de fornecer o padrão de atendimento necessário aos pacientes.
  • O processo, iniciado pelo Center for Reproductive Rights, está suspenso por um recurso.

Rachel Fulton, residente do Tennessee, entrou com um processo contra o estado após ser forçada a viajar para fora de suas fronteiras para realizar um aborto que salvou sua vida. A rigorosa proibição do aborto no Tennessee a impediu de receber o atendimento médico necessário em seu próprio estado. A ação judicial, iniciada em 2023 pelo Center for Reproductive Rights, alega que a proibição viola o direito à vida.

Além de Fulton, outros cinco pacientes, a American Medical Association e dois médicos se juntaram ao processo. Os médicos argumentam que a legislação atual os impede de oferecer o padrão de atendimento adequado a seus pacientes. Atualmente, o processo está suspenso indefinidamente devido a um recurso.

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