Moro lidera disputa no Paraná, mas desconhecimento de candidato de Ratinho Jr. embaralha cenário
Sergio Moro lidera as intenções de voto para o governo do Paraná em 2026, mas o baixo reconhecimento do candidato de Ratinho Junior, Sandro Alex, mantém a disputa em aberto, conforme pesquisa Genial/Quaest.
Pontos principais
- Sergio Moro (PL) lidera as intenções de voto para o governo do Paraná em 2026, com 35% no primeiro turno (Cenário 1) e 42% (Cenário 2).
- Sandro Alex (PSD), candidato apoiado por Ratinho Junior, tem baixo reconhecimento (82% dos eleitores não o identificam), resultando em 5% a 6% das intenções de voto.
- Apesar da alta aprovação de Ratinho Junior (80%), a transferência de votos para Sandro Alex é limitada.
- Requião Filho (PDT) aparece com 18% (Cenário 1) e 24% (Cenário 2), enquanto Rafael Greca (MDB) tem 15% (Cenário 1).
- Simulações de segundo turno mostram Sergio Moro vencendo Requião Filho, Rafael Greca e Sandro Alex.
- A pesquisa Genial/Quaest indica que 67% dos eleitores podem mudar de voto, sugerindo um cenário eleitoral ainda indefinido.
A disputa pelo governo do Paraná em 2026 mostra Sergio Moro (PL) na liderança das intenções de voto, com 35% no primeiro turno no Cenário 1 e 42% no Cenário 2, conforme pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de abril. No entanto, o cenário eleitoral permanece incerto devido ao baixo reconhecimento do candidato apoiado pelo atual governador Ratinho Junior (PSD), Sandro Alex (PSD). Cerca de 82% dos eleitores não identificam Alex, o que o coloca com apenas 5% a 6% das intenções de voto.
Apesar da alta aprovação de Ratinho Junior (80%) e do apoio de 64% dos eleitores à sua influência na escolha do sucessor, a transferência de votos para Sandro Alex é limitada. Requião Filho (PDT) aparece em segundo lugar com 18% (Cenário 1) e 24% (Cenário 2), seguido por Rafael Greca (MDB) com 15% (Cenário 1). Simulações de segundo turno mostram Moro vencendo todos os adversários. A pesquisa, que ouviu 1.104 pessoas entre 21 e 25 de abril com margem de erro de 3 pontos, também revela que 67% dos eleitores podem mudar de voto, indicando que a nacionalização da campanha e o aumento do conhecimento sobre Sandro Alex podem ser decisivos para a reconfiguração da disputa.
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